A Cabeça De Steve Jobs
A pouco mais de dois anos atrás, o amigo Leo Horta me apresentou ao mundo de Steve Jobs. Essa imersão se deu inicialmente no contato com os computadores da Apple e isso bastou para o aprofundamento natural da questão. Com a aquisição do Mac mini, um outro mundo se abriu para mim, no que tange ao uso do computador de forma profissional e pessoal. Hoje, ainda com o Mac mini, um iPod video 160Gb e um MacBook Aluminum recém adquirido, não me imagino sem os mesmos no dia a dia, dada a confiança nos mesmos e suas funcionalidades, sem contar o design e outras características. Não vou tentar convencer ninguém de que x é melhor do que y. Aos que quiserem saber, usem, comparem e tirem suas próprias conclusões. Fora a parte da tecnologia, ou não tão fora assim, vem a parte da ideologia. Steve Jobs é uma das mentes mais brilhantes dos últimos 50 anos e seus feitos vão além da marca da maçã. Esse post veio após a leitura de um pequeno texto, enviado a mim pelo próprio Leo. No momento, estou lendo o livro A cabeça de Steve Jobs, escrito por Leander Kahney, o qual conta a trajetória de Steve até os dias de hoje. Não sou muito fã de livros impressos, mas este não encontrei em e-book. Aos que se interessam, tá aí a dica. Considerações maiores sobre a Apple e seus produtos deixo para um outro post. Para esse, um trecho de um discurso de Steve:
“Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: “Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último”. Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: “Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?” E se a resposta é “não” por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.”
Cheers Steve e valeu Leo, te devo essa!
Vale uma visita ao Mac Magazine.
Ao som de Tenacious D – Tribute.






You are welcome! Quem bom que gostou do texto… ele tem entrelinhas interessantíssimas..
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